Pressupostos

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Desvendando os Pressupostos da PNL

Pressuposições são as crenças da PNL, a Programação Neurolinguística não faz julgamento sobre o que é verdade e o que não é, porém, para basear seus conceitos ele definiu algumas crenças como os pilares da construção do seu conhecimento. Entendê-los é essencial para compreender os conceitos e modelos que ela apresenta.

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• O mapa não é o território

As pessoas têm referências diferentes para cada situação, temos apenas pontos de vista diferentes sobre uma condição. Um ponto de vista é apenas um ponto de vista e não a realidade como um todo. Cada um possui a sua própria visão e por consequência versões da realidade diferentes do restante do mundo.

Este pressuposto de alguma maneira nos faz questionar os conceitos de certo e errado. Pois, se cada um possui um ponto de vista e ninguém é capaz de enxergar 100% da realidade, não é tão simples assim ditar o certo e o errado.

Segue um exemplo simples, porém, extremamente didático! Se colocarmos uma garrafinha d’água no centro de uma mesa e 4 pessoas sentadas uma de cada lado da mesa, o que cada uma delas irá ver do rótulo da garrafa? A mesma coisa? Certo que não! Alguma delas está errada sobre o que enxerga? Não… Então, como posso afirmar que meu ponto de vista está certo e dos outros errada?

Quando Sócrates nos diz que “Tudo que sei é que nada sei…” não quer dizer que ele não sabia nada, e sim que quanto mais sabia, mais descobria que tinha muito mais a saber… Por isto a PNL é estratégica e nunca vai acabar, porque ela não quer a verdade, ela quer entender as estratégias que funcionam

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• Todo comportamento tem uma intenção positiva

As pessoas não são seus comportamentos. Por trás de qualquer ação realizada pelo ser humano existe uma intenção positiva! Calma!!! Sei que no primeiro momento pode parecer estranho, mas te prometo que vai fazer sentido!

Um estudante que ajuda uma senhora a atravessar a rua tem a intenção positiva de além de ajudá-la, sentir-se melhor por ter feito um ato de bondade, certo?

Porém, um ladrão, que rouba a mesma senhorinha que sai do banco também tem uma intenção positiva, a de usar o dinheiro que roubou para algo em seu benefício. Certo?

Um médico que receita um analgésico para um paciente com dor tem a intenção positiva de realizar a sua profissão e amenizar a dor do paciente, correto?

Um cônjuge que trai o outro tem a intenção positiva de satisfazer seus desejos momentaneamente. Concorda?

Todas as nossas atitudes são baseadas em intenções positivas para alguém, a questão é, positiva para quem? Mas independente de quem é o maior beneficiado, isso não tem a ver com fazer bem ou mau, certo ou errado e sim com a intenção!

Como já dizia o ditado, de boa intenção o inferno está cheio… hehehe… brincadeiras a parte, podemos atender às intenções de maneiras diferentes, mas vale procurar a intenção positiva das ações das pessoas à nossa volta, quer quando elas nos agradam ou não, assim, podemos compreender melhor como é a interpretação da realidade da pessoa X na situação Y. Sabendo a sua intenção positiva, podemos alterar o comportamento dele sugerindo uma nova forma de atender essa intenção que não seja prejudicial.

Vou dar um exemplo, uma pessoa que come algo para baixar a ansiedade, a intenção positiva do comportamento é baixar a ansiedade… então aplicando a lógica, de que outras formas ela poderia baixar a ansiedade além da comida… parece banal, mas para alguém que deseja emagrecer, pode ser uma estratégia fundamental. Desta forma respeitamos a intenção positiva e mudamos a opção comportamental.

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• As pessoas respondem sempre com as melhores opções disponíveis no momento

Opaa!! Essa aqui é dos pressupostos cabeludos!
Vamos desvendá-lo… De forma simples, podemos dizer que sempre damos o nosso melhor! Ai você vai me dizer, nem pensar, não tem como aquele funcionário ter dado o melhor dele, naquele dia que ficou de enrolação e preguiça para terminar a tarefa… E eu te digo, tem sim! Esse foi o melhor dele para não te entregar o projeto no prazo, provavelmente ele tinha algum ganho em atrasar essa entrega para você. Essa pode ser a melhor opção que ele tinha naquele momento para ser mandado embora, ou para ir pra casa descansar antes de você passar um novo projeto.

Nós sempre escolhemos as melhores opções disponíveis. Não tem como eu ir na lanchonete, ver dois lanches que tem o mesmo valor, um simples e outro pelo dobro do hambúrguer e escolher a pior opção.. Pode ser que eu escolha o lanche com menos carne (mesmo pagando o mesmo preço), porém, essa é a melhor opção para que eu possa manter a dieta, ou para que eu aguente comer o lanche inteiro! O ser humano é programado para escolher a melhor opção disponível naquele momento com a sua realidade. Se ele enxerga uma opção melhor, automaticamente ele muda sua escolha! Mas aqui temos um ponto importante! Vale reler o pressuposto: As pessoas respondem sempre com as melhores opções disponíveis no momento (compatíveis com a SUA realidade e o SEU modelo de mundo). Se você tem feito más escolhas, saiba que foram as melhores no momento e agora busque ampliar o seu mapa de mundo, conversar com pessoas diferentes ao seu redor, ler livros e biografias de grandes nomes da história…

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• Aquele indivíduo ou sistema com a maior flexibilidade tem a maior probabilidade de atingir o que deseja

Primeiro vamos a explicação o que é flexibilidade! Pense em um elástico de dinheiro, este é um objeto flexível, que consegue se moldar a diferentes formas para atender a sua função. Imagine, se ele não tivesse flexibilidade, na primeira puxada para abraçar o maço de dinheiro ele arrebentaria. Podemos analisar a flexibilidade humana de diversas maneiras.

Aqui vou explorar o conceito a partir de uma visão genérica de compreensão. De acordo com a segunda imagem, considerando a linha de cada cor, como a compreensão de cada indivíduo, você pode perceber que o indivíduo vermelho compreende 5% do azul, 28% do roxo e 15% do amarelo. Já o azul compreende 12% do vermelho, 38% do roxo e 40% do amarelo. O mesmo acontece com o roxo, que compreende 100% do vermelho, 60% do azul e 55% do amarelo. O indivíduo amarelo, compreende por inteiro todos os outros 3 indivíduos, desta forma ele é o mais flexível de todos.

Pode compreender a situação e as respostas de cada um dos outros indivíduos. Por este motivo ele possui mais chances de atingir o que deseja. Ele pode conversar com todos os outros nas suas respectivas linguagens, pode obter o melhor resultado de cada um, pode explorar cada visão de mundo diferente e aproveitar todas as características para alcançar seu objetivo!

Mas calma, para nossa felicidade, a flexibilidade é uma habilidade totalmente treinável. Cada vez que tentamos compreender a visão e o lugar do outro, nossa flexibilidade aumenta. Cada nova habilidade de comunicação, escrita, expressão desenvolvida… amplia automaticamente nossa flexibilidade.

Quer um exemplo simples para expandir a flexibilidade? Brinque do jogo da imitação com seus filhos e sobrinhos, treine imitá-los e você verá como cada detalhe importa. Leia um livro ou participe de uma reunião e se imagine em todos os personagens, um de cada vez.

Escolha uma atividade especial e se dedique totalmente a realiza-lá com maestria! Um novo mundo se abre e a flexibilidade nunca deixará de se expandir.

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• Nossa vida é integral e sistêmica

Cada parte influencia no todo, mexer com uma parte resultará em alterações no sistema todo. Nada mais claro do que um castelo de cartas, cada ventinho que altere uma das cartas, automaticamente altera a estabilidade e a forma do todo.

Com a nossa vida não é diferente, seguimos a 3a lei de Newton, cada ação leva a uma reação, nossa vida está conectada em todos os campos. Em nosso cotidiano costumamos dizer que devemos separar a vida profissional da pessoal, mas você realmente acredita que isso é possível? Você acha que se seu filho, ou sua mãe estivessem na UTI, você conseguiria chegar no trabalho e focar 100%, simplesmente porque agora é hora da vida profissional e não da vida pessoal?

Ok, eu entendo que esse conceito é simplista e possui sua finalidade, porém, essa separação não é passível de ser realizada. Atualmente, melhor compreendendo essas relações pessoais X profissionais, os modelos de negócio têm ajustado essa visão para um caminho onde a sua vida pessoal precisa estar equilibrada para que você consiga dedicar o máximo de energia para sua produtividade profissional. Assim, começaram a surgir os primeiros home offices, onde a produtividade é medida pela meta e nao pelo tempo trabalhado. Desta forma o colaborador foca no que é mais produtivo PARA ELE.

Uma outra maneira de entender esse pressuposto é analisando a nossa vida como uma grande orquestra, onde nós somos os regentes e as variáveis são os músicos, devemos conduzí-los todos juntos. Essa orquestra, podem ser a suas demandas, ou pode ser a empresa, onde você, como gestor precisa gerir de maneira integral e sistêmica todo processo de funcionamento.

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• A responsabilidade da comunicação é do comunicador, avaliada pelo resultado.

E agora José?! Faço o que com essa constatação? Primeiro vamos analisá-la de forma mais profunda.

Todas as pessoas entendem a mensagem da sua própria forma e dentro do seu contexto, a responsabilidade de fazer com que os outros entendam da maneira que o comunicador gostaria é daquele que comunica. Em outras palavras, direto e objetivo, se o outro não entendeu a culpa é de quem falou!! =D

Vou explicar, esse pressuposto diz que quando você assume a responsabilidade de se comunicar, você também assume a responsabilidade de se fazer entender de maneira clara.

Sabe aquele professor que você já teve e que involuntariamente você pensou: “Sabe muito, mas não sabe passar”… Todos nós já passamos por isso, é justamente aqui que eu quero chegar, esse professor, pode ser um ótimo pesquisador, um ótimo cientista, uma mente brilhante, mas como professor ele não serve!

Voltamos ao nosso pressuposto, a responsabilidade da comunicação é do comunicador, como todos nós nos comunicamos somente 100% do tempo, é importantíssimo aprimorarmos essas habilidades, para que possamos nos fazer entendíveis em qualquer situação.

Aí você me diz.. “Ahhh, assim fica fácil, se a responsabilidade é do comunicador, eu não preciso fazer mais nada quando estou ouvindo alguém?!” É aí que você se engana, porque o comunicador tem seu papel e sua responsabilidade, mas a responsabilidade de ouvir é do ouvinte, de aprender é do aluno, de vender é do vendedor, de comprar é do comprador. Imagine essas duas forças somadas, cada um assumindo a sua responsabilidade! A do professor ensinar e do aluno aprender?

Opa, mas está faltando mais um detalhe nessa conversa, o pressuposto termina com “avaliada pelo resultado’’. É importante olhar para o resultado da sua comunicação. Um professor, quando aplica uma prova, não está avaliando o conhecimento dos alunos somente, mas também a capacidade dele em comunicar o que os alunos precisam entender.

Como comunicador, você deve sempre certificar que a informação foi entendida com qualidade. Então, assuma sua responsabilidade e mãos à obra!

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• Todos têm dois níveis de comunicação: consciente e inconsciente

Você já se perguntou porque algumas vezes você está entretido em uma determinada tarefa e do nada você se pergunta: “Será que coloquei comida pros cachorros?”, ou “Tranquei o carro hoje?”, “Nossa, acabei de lembrar o nome de um cantor que eu queria saber o nome quando estava conversando com fulano…”, entre outras interrupções ‘aleatórias’ da nossa mente? Então, esse é o nosso inconsciente, funcionando de maneira não linear e observando tudo ao nosso redor.

A nossa mente é dividida destes dois campos, consciente e inconsciente. O consciente compreende todas as nossas tarefas relacionadas ao que estamos cientes, por exemplo o raciocínio lógico.

Quando falamos em comunicação, a parte consciente é responsável pelas palavras, frases, em comunicadores experientes os gestos… Já o inconsciente compreende algo mais amplo e que não estamos raciocinando sobre, mas observando. É como se ele operasse em “segundo” plano.

O consciente, conhecemos bem, quando aprendemos algo novo, por exemplo, trazemos esse tema à ciência, ao nosso conhecimento. O inconsciente é a parte da nossa mente também responsável pela nossa sobrevivência. Costumo dizer assim, o inconsciente não dorme e não cansa. Aos poucos, estamos descobrindo como ajustar esta força tão poderosa para “trabalhar por nós”, fazendos os ajustes de ponteiro corretos.

Quando nos comunicamos, os nossos gestos, expressões, postura, tom de voz… são analisados pelo inconsciente. Um estudo de Albert Mehrabian, aponta que somente 7% da compreensão da nossa comunicação está relacionada às palavras que utilizamos, o restante, 93% considera a nossa comunicação não verbal e automaticamente, boa parte desta compreensão também é realizada pelo nosso inconsciente. Assim, de forma breve, já é possível observar o poder do inconsciente e como podemos explorá-lo.

Continue acompanhando nossos conteúdos que falarei muito mais sobre isso aqui!

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• Não existe fracasso, apenas resultados

Para cada estratégia existe um resultado, acontecem alguns resultados esperados e outros não esperados.

Esse pressuposto é um divisor de águas! É claro que essa afirmação não minimiza danos, porém, ela nos liberta dos nossos próprios chicotes, para que possamos gastar menos energia nos culpando e mais energia aprendendo com os resultados e fazendo diferente na sequência.

Quando algo sai errado, temos a tendência de passar muito tempo procurando culpados, ou nos castigando. Porém, essa energia pode ser melhor aproveitada fazendo ajustes na estratégia e colocando “para jogar no campo da vida” o mais rápido possível para uma nova tentativa…

Aprendemos muito mais e nos culpamos muito menos, quando arriscamos e observamos os resultados, não deu certo? Ajuste e coloca para jogar novamente…

Quando seu filho está aprendendo a andar e cai, você não o culpa e sim compreende que esse é um processo, já quando você faz algo errado, cobra de você mesmo um conhecimento supremo sobre tudo!

Se esse é o seu caso, seja mais compreensivo e trate os seus resultados como passos a serem dados e como caminhos de uma jornada. Assim, chegará ao sucesso com ajustes e persistência.

Você poderia argumentar, mas já fiz milhões de vezes isto e não poderia dar errado… poderia simmmm, pois o MUNDO mudou e muitas vezes nossas estratégias não funcionam como funcionavam antes… por isto este pressuposto é tão importante, pois ele sempre nos coloca no presente e nos faz focar no que está FUNCIONANDO AGORAAAA!

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• Todo comportamento é útil em algum contexto

Você já pensou que todos os nossos comportamentos, mesmo os mais estranhos, possuem um lugar onde essa atitude seria efetiva e satisfatória?! É isso que esse pressuposto quer dizer.. Todos os nossos comportamentos têm seus lugares de excelência definidos.

Vou dar um exemplo simples, um dançarino(a) com aquele gingado maravilhoso. Se você imaginar o cenário de uma reunião empresarial, certamente a primeira imagem que vem à cabeça é que esse comportamento não é adequado para aquele ambiente, no mínimo seria engraçado…kkk… Agora imagine esse mesmo dançarino(a) em cima de um palco de axé nas areias da Bahia… Sensacional, não é? O comportamento foi devidamente escolhido para esta situação.

Vale lembrar aqui que estamos falando de um Comportamento e não de uma pessoa, a mesma pessoa pode participar dos dois eventos com comportamentos distintos e se sair extremamente bem.

Vou te dar outro exemplo, um funcionário perfeccionista, para uma vaga que exija agilidade e pouco detalhamento iria sofrer, agora, esse mesmo funcionário, alocado em uma vaga de controle de qualidade de embalagens, iria se sair muito bem!

Nossos comportamentos são o que são por boas causas, nós é que não escolhemos adequadamente os comportamentos para cada situação, ou a situação para os comportamentos.

O nosso cérebro tem a capacidade de armazenar diferentes comportamentos, não existe limite para nosso “HD interno”. Alguns iriam me dizer, “eu não posso fazer X ou Y… Agindo assim não sou eu”, por um acaso alguém aqui já descobriu como sair do corpo? Porque eu nunca consegui! Sempre somos nós, só precisamos treinar alguns comportamentos ou atitudes para serem utilizados em outros contextos… é desta forma que o Ser Humano evoluiu e continuará evoluindo…

Quando esses são benéficos a nós, a sociedade e aos resultados, não existe problema em ajustar ou aprender um padrão de comportamento novo.

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• As pessoas possuem todos os recursos necessários para todo tipo de mudança

Todos nós somos responsáveis pelas nossas próprias escolhas e com isto trazemos sempre os resultados adequados àquelas escolhas. Todos os recursos já existem dentro de nós, algumas vezes não conseguimos acessá-los ainda, mas já está tudo em nosso inconsciente.

Vou exemplificar para vocês como esse pressuposto fez sentido na minha vida. Observe a segunda imagem deste post, nela temos um problema consciente e precisamos buscar uma solução. Procurando em todos os cantos do consciente, não encontramos os recursos para a mudança que resolveria o problema.

Acreditando que somos imagem e semelhança de Deus, possuímos acesso ao seu conhecimento e sabedoria através do nosso inconsciente também. Levando em conta que nosso nosso inconsciente não tem bordas e limites, ele é infinito, desta forma; Consciente + Inconsciente = Deus. Logo possuímos todos os recursos que precisamos.

Ok, mas e se você não acreditar em Deus? Tudo bem, existe uma equação bem simples, uma famosa máxima que diz o seguinte: Seus resultados são iguais ao seu potencial menos as suas dúvidas (R = △ - D). Quanto menos dúvidas você tiver mais poderá explorar seu potencial e ter resultados.

Falando agora em mudanças, eu diria que a estabilidade é uma ilusão, estamos em constante mudança, como já dizia Heráclito “Nenhum homem jamais pisa no mesmo rio duas vezes, pois o rio não é o mesmo e ele não é o mesmo homem.”

A todo momento as coisas mudam, células morrem e outras nascem, conexões são feitas no seu cérebro, já estamos um milésimo de segundo a frente… Se acostume e seja o melhor amigo das mudanças.

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• As pessoas são responsáveis pelos seus pensamentos e comportamentos. Consequentemente, pelos seus resultados

Vamos de resumo rápido! O que você pensa direciona as suas atitudes, certo?! Na sequência essa atitude gera um resultado.

Por exemplo, se você vai sair de casa e acha que pode chover (Pensamento), você leva um guarda chuva no carro (Comportamento). Quando começa a chuva você está protegido de se molhar (Resultado).

É exatemente baseado neste raciocínio que esse pressuposto está direcionado. Quando ele diz que nossos resultados são consequência dos nossos pensamentos e comportamentos ele trás para nós mesmos a responsabilidade de fazer as coisas acontecerem!

Se você quer ter resultados diferentes dos que está tendo hoje, é preciso modificar seus pensamentos e/ou comportamentos. Você pode trabalhar com qualquer um dos dois.

Vamos a um exemplo prático e um pouco clichê, mas bem didático! Supunhamos que você quer emagrecer…

Modificando os pensamentos: Você pode começar conversando com pessoas que emagreceram, observando como são os pensamentos delas sobre a alimentação. Fique atendo, não é sobre o que elas fazem e sim como elas enxergam a experiência de comer e sua relação. Assim, você terá acesso aos modelos mentais de alguém que atingiu um objetivo semelhante ao que você quer. Vamos a outra alternativa…

Modificando os comportamentos: Você pode atacar alguns háitos que sabe que são prejudiciais para o seu emagrecimento, substituindo, por exemplo, o consumo de comidas mais gordurosas por algumas mais saudáveis.

Quando você modificar um dos dois (pensamentos ou comportamentos) o outro será diretamente afetado. Não tenha dúvida de que os resultados chegarão diferentes na balança ao final do mês.

Essa regra vale para qualquer tipo de resultado, emocional, financeiro, entre relações… Basta alterar pensamentos e comportamentos que resultados serão alterados.

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